uma história

COMUM

 

Há mais para se ver nos olhos de quem me conhece, do que nos meus. Esse mundo que carrego comigo é estranho pois há muitos sonhos carregados de suor e lágrimas, de trabalho e de esperança, crenças e descrenças. Vida e morte.

Nascido em Campo Grande, MS e criado em Terenos/MS, Jander Gomez é filho do Mato Grosso do Sul, das terra alagadas do Pantanal. Tem pai Cearense e mãe Paulista. Antes de resisdir em Terenos, na infância, morou com a família em Glória de Dourados na fazenda do então patrão Aristides Denadai. Lá, aos cuidados da professora Dina, iniciou sua caminhada pelos caminhos do conhecimento. Em tardes e noites embaladas pela tia Maria Aparecida, desenvolveu sua criatividade enquanto sua mãe Josefa trabalhava para suprir as necessidades da família junto com o pai Jacinto e sua mãe Maria José.

Foram anos de labuta até chegar na cidade de Terenos, onde sua avó a quem chama de mãe, passou a vender pães caseiros para suprir as necessidades da casa. Por sua vez, Maria a tia, cuidava de crianças até ser contratada em uma empresa frigorífica. Desde então, faz-se 21 anos que lá está. Já Jander por sua vez, não estacionário, teve as pressas o mesmo destino de sua mãe. O gosto por descobrir o mundo. Andante, viajou pelos estados do País de Norte, Nordeste ao Sul. Do leste, sudeste e ao Centro-oeste onde descobriu a terra vermelha de cimento e ferro, Brasília. O céu azul cortante e límpido, abriu-se para a literatura onde se fez em cantos Distantes, seu primeiro livro, RE+começar, um canto de exultação aos reinícios, Ponto Cego romance curto de vingança e O bicho que me falta, poesias inspiradas em Manoel de Barros. Foi lá, que roteirizou seus filmes e junto de parceiros, desenvolveu projetos literários como Encontro de Escritores da literatura LGBT+. Criou o Coletivo de escirtores LGBTDF, iniciativa pioneira no DF. Em sua cidade natal, realizou o primeiro concurso de poesias da história da cidade intitulado Vozes Terenenses.

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LANÇAMENTO

 

Michel Planiti, Dep. Distrital Erika Kokay e Jander Gomez

 

 

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A naja

 

O autor e a bengala Naja do artista João Augusto dos Anjos de Brasília, personagem de Ponto Cego.

 

 

 

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Vozes Terenense

 

Arte do primeiro concurso de poesias da cidade de Terenos, iniciativa do autor.